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Já é fim de ano. Os festejos de
Natal e Ano Bom já nos esperam na soleira das portas. E a gente
deseja a todos vocês boas coisas nos tempos que virão.
Com este Boletim, a gente se despede de 2004, mas logo mais, no mês
de fevereiro, estaremos de volta com novidades e boas histórias
sobre juventude, cidadania, cultura e comunicação. Até
lá!
BOA NOTÍCIA
No
aterro sanitário: flores, hortas e reciclagem
Acompanhamos
a equipe da tv da Rede Jovem de Cidadania numa matéria realizada
sobre o aterro sanitário de Belo Horizonte. Lá, a gente
pensou que encontraria apenas um amontoado de lixo. Mas estávamos
enganados, pois havia muitas coisas interessantes.
No
aterro sanitário, há um canteiro com uma grande variedade
de plantas e um galinheiro muito bonito. É curioso: no local
para onde vai o lixo da cidade existe uma área verde que pode
ser vista e apreciada pelas pessoas. Além disso, há também
um museu que fica dentro de um cano: uma galeria que expõe coisas
achadas no lixo e objetos criados a partir de materiais que foram descartados
por seus donos.
O lixo
que vai para o aterro é recolhido por caminhões em toda
a cidade. Eles pegam cerca de 4.000 toneladas de lixo por dia.
No
aterro, é feita a reciclagem de material orgânico que é
coletado por um caminhão especial em sacolões, feiras
e restaurantes. Para o processo de reciclagem esse material é
misturado com poda de árvore triturada. O adubo criado a partir
da reciclagem é utilizado em alguns programas da Prefeitura como
hortas comunitárias, canteiros de rua e até mesmo lá,
no próprio aterro.
O aterro
foi fundado em 1975 e funciona até hoje. Antigamente, o que existira
era um lixão, ou seja, tudo o que era recolhido, ficava amontoado,
poluindo o meio ambiente e atraindo insetos e outros animais. Agora,
o lixo coletado na cidade é tratado e enterrado. Após
o término de sua vida útil, no mesmo local será
construído um parque ecológico.
Para
marcar sua visita ao aterro sanitário:
- Grupos de estudantes podem marcar uma visita pelo telefone 3277-9967
(Unidade de
Educação Ambiental).
- Para visita técnica, o contato deve ser feito na Assessoria
de Comunicação
Social, telefone 3277-9343/9386.
acssmlu@pbh.gov.br
Stephanie
Adriane
Júlio César
Caia na Rede!
pequenas notas sobre jovens, rede e cidadania
Sexo
na mídia
Como
o jovem pensa e vive o sexo nos dias de hoje? O que dizer de sexo, sexualidade,
comportamento, doenças e tantas outras questões relacionadas
ao tema? Como o sexo é tratado pela mídia?
Para saber o que a gente pensa e como pensam as pessoas sobre esse assunto
ao mesmo tempo tão exposto e tão proibido, fique ligado
no programa Sexo na Mídia I, produzido pela equipe de TV da Rede
Jovem de Cidadania, que vai ao ar no próximo sábado, dia
18 de dezembro.
Fique ligado!
Programa de TV da Rede Jovem de Cidadania – Sexo
na Mídia I
Sábado, 18 de Dezembro
14h30
Rede Minas de Televisão (canal 9 aberto e canal 20 a cabo)
www.redejovembh.org.br
Sobre o lixo e as histórias que
ele conta
(...)
Simone conheceu a grande paixão da sua vida nos Estados Unidos.
Eles passaram juntos duas maravilhosas semanas. No fim da segunda semana,
ele lhe contou, muito triste, que precisaria voltar em breve para o
Brasil. Para sua surpresa, ela começou a rir. "Eu falo para
você que estou indo embora e você ri de mim?"
(...) Havia
um garotinho muito pobre, que sempre sonhou em ter uma revistinha em
quadrinhos de seu herói preferido, mas nunca teve dinheiro para
comprá-la. Cresceu dizendo que um dia ficaria rico e compraria
todas as revistinhas do mundo. Passados alguns anos, o garotinho virou
um grande empresário, que não comprou todas as revistinhas
do mundo, mas comprou todas os números das aventuras de seu super
herói.
(...) Ela havia se casado muito cedo.
O seu marido fora o primeiro e único homem da sua vida. Cedo
se casara e cedo ficara viúva. Sentia muita falta do marido,
não sabia se por amor ou se por costume. Guardava o álbum
de casamento com muito cuidado. Nem se lembrava direito da festa. Lembrava-se
apenas que pisara em uma poça d´água ao descer do
carro e por isso ficara com a meia molhada durante toda a cerimônia.
Quais as histórias desprezadas nas latas e lixeiras da cidade?
Cada objeto, uma vida, um tempo e personagens inventados. A Mariana,
correspondente do Projeto Rede Jovem de Cidadania, esteve no museu que
fica no aterro sanitário de Belo Horionte e, a partir dos objetos
ali expostos, brincou de inventar. E os objetos se fizeram histórias,
amores, nomes e esquecimento.
Para ler o texto da Mari e de outros correspondentes
é só dar um pulinho no nosso webzine,
que traz também uma matéria sobre o Dia Internacional
de Luta contra a AIDS e mais novidades sobre o aterro sanitário
da cidade.
Este Boletim Informativo é elaborado a partir de pesquisa e texto
realizados pelos jovens integrantes do Projeto Rede Jovem de
Cidadania.
Responsável: Ana Carvalho (Associação Imagem Comunitária)

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